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Política Segunda-feira, 13 de Abril de 2026, 13:24 - A | A

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CANDIDATURA PRÓPRIA

Júlio Campos aponta racha no PL e vê Wellington Fagundes "desestimulado" para 2026

Em entrevista, Campos analisa movimentos de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso e sinaliza que o senador Wellington Fagundes enfrenta dificuldades internas e pressão de "aliados"

BIANCA MORTELARO
Da redação

O deputado estadual Júlio Campos (UB) avaliou que o senador Wellington Fagundes (PL) demonstra sinais de desânimo com relação à sua possível candidatura ao governo de Mato Grosso. A leitura ocorre em meio a uma movimentação política recente em Brasília, que pode indicar uma reconfiguração das forças no estado para as eleições de 2026.

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A análise de Júlio ganhou peso com a confirmação da vinda de Flávio Bolsonaro (PL) a Sinop, entre 21 e 24 de abril, para a feira Norte Show. O convite, feito pelo deputado federal Nilson Leitão (PP), o ex-senador Cidinho Santos (PP) e o senador Rogério Marinho (PL), é lido como um movimento que aproxima o bolsonarismo do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), deixando Wellington Fagundes em uma posição desconfortável dentro da própria sigla. 

Nesse contexto, chamou atenção o fato de Fagundes ter viajado diretamente para o Rio de Janeiro no fim de semana, sem passar por Cuiabá, movimento que, segundo Júlio Campos, reforça a percepção de desgaste interno.

“Soube que ele viajou imediatamente e não veio nem a Cuiabá. Isso demonstra um desestímulo com relação à sua possível candidatura ao governo”, afirmou o deputado, em entrevista à Rádio Cultura FM, acrescentando que há sinais de dificuldades tanto na cúpula nacional do partido quanto entre aliados locais.

De acordo com Júlio Campos, há em curso um projeto de candidatura própria articulado por diferentes grupos políticos, que já teria inclusive aberto espaço para acomodar partidos como PL e MDB em uma composição mais ampla.

“O projeto de candidatura própria está em andamento e que foi até oferecido já uma opção de acomodação, né? Para não só o PL, como também para o próprio MDB. Uma ampla composição política partidária visando o projeto do Paiaguás 2026”, declarou.

Esse movimento ocorre paralelamente ao fortalecimento do nome do senador Jayme Campos (UB) como potencial candidato ao governo. Ainda assim, segundo avaliação do próprio Júlio Campos, a recomposição política em andamento pode dificultar o avanço desse projeto, diante da complexidade das alianças que estão sendo costuradas.

A articulação envolve não apenas lideranças partidárias, mas também representantes do agronegócio mato-grossense e interlocutores com trânsito em instâncias nacionais, incluindo tribunais superiores. O objetivo, segundo o deputado estadual , seria construir uma candidatura robusta, com potencial de vitória já no primeiro turno.

Internamente, o União Brasil se prepara para sua convenção estadual, prevista para julho, que contará com 53 membros, entre diretório regional e delegados municipais com expectativa de maioria favorável à homologação de candidatura própria ao governo.

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