O produtor rural Thiago Boava anunciou nesta segunda-feira (13), por meio das redes sociais, sua pré-candidatura a deputado federal pelo Partido Liberal (PL) em Mato Grosso. Viúvo da ex-deputada federal Amália Barros, ele afirmou que a decisão ocorre após aproximação com lideranças da sigla, entre elas o ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
No vídeo publicado, Boava menciona que a definição foi influenciada pela convivência com o grupo político nos últimos anos, especialmente durante agendas em Brasília e viagens pelo país. Segundo ele, a experiência ao lado da esposa e o contato com o ambiente político contribuíram para a decisão de disputar um cargo eletivo.
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Durante a gravação, o pré-candidato também defende maior participação de novos nomes na política e associa sua entrada no processo eleitoral à necessidade de ocupação dos espaços institucionais. O discurso inclui referências a pautas ideológicas alinhadas ao campo conservador.
A pré-candidatura marca a consolidação de um movimento que vinha sendo construído desde 2024, após a morte de Amália Barros. À época, Boava chegou a afirmar que não pretendia ingressar na política, mas, ao longo dos meses, passou a participar de articulações partidárias e eventos ligados ao PL, inclusive com atuação em municípios do interior de Mato Grosso.
Além disso, ele tem ampliado sua presença no cenário político estadual, dialogando com lideranças locais e integrando mobilizações do partido. Boava também mantém proximidade com figuras centrais do PL e do bolsonarismo, o que tem contribuído para sua projeção dentro da sigla.
Nos bastidores, o produtor rural adota postura cautelosa em relação às disputas internas do partido em Mato Grosso, especialmente no que diz respeito à definição de candidaturas majoritárias para 2026. Em declarações recentes, afirmou que pretende aguardar orientações da direção nacional da legenda antes de manifestar apoio a nomes na corrida pelo governo do estado.
Thiago Boava é apontado como um dos herdeiros políticos de Amália Barros, que morreu em maio de 2024, aos 39 anos, em decorrência de complicações após uma cirurgia para retirada de um nódulo no pâncreas. Deputada federal em primeiro mandato, Amália ganhou destaque nacional pela atuação em defesa das pessoas com visão monocular e pela articulação de pautas relacionadas à inclusão.
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