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Política Terça-feira, 14 de Abril de 2026, 15:41 - A | A

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Terça-feira, 14 de Abril de 2026, 15h:41 - A | A

RACHA INTERNO

Medeiros recua e ironiza atrito com Ananias, após ser chamado de "última bolachinha"

Deputado federal tenta transformar embate público em situação "cômica" e afirma que divergência sobre prioridades de Bolsonaro e Wellington Fagundes já foi superada

BIANCA MORTELARO
Da redação

O deputado federal José Medeiros (PL) ironizou o atrito com o presidente da sigla partidária, Ananias Filho, após chamá-lo de “última bolachinha do pacote e afirmou que a divergência política não passou de uma situação cômica: “nós acertamos já”.

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Em entrevista nesta sexta-feira (10), Medeiros minimizou os debates públicos entre ele e Ananias, após o deputado afirmar que Wellington Fagundes (PL) "não precisa" ser candidato ao Governo do Estado e que o foco previsto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, antes de sua prisão, seriam os cargos ao Senado.

“O Ananias é um grande parceiro, trabalhou bem e vem trabalhando muito pelo partido para para o prefeito ser cada vez maior e mais representado no estado do Mato Grosso. Mas as discussões sempre vão existir, mas de maneira a gente se acertar e fazer com que essa discussão se torne em benefício para a sociedade”, explicou Medeiros.

DEBATES INTERNOS OU EMBATES PÚBLICOS?

Apesar de avaliar a situação como ‘cômica’, os sucessivos embates públicos entre os aliados demonstram um racha interno no partido, sobre a condução das candidaturas previstas para as eleições de 2026.

Ananias declarou que José “não tem o caráter de exclusividade e não é a única bolachinha do pacote”, indicando que seu projeto ao Senado era prioridade e não exclusividade do partido.

Subindo o tom, após a fala de Ananias, Medeiros ressaltou em suas redes sociais que Bolsonaro teria ficado para as “calendas” pelo Partido Liberal, ditado popular que significa “uma data que nunca chegará”.

“Bolsonaro preso, simplesmente perdeu a comunicação e aí a história mudou de figura. Passou a ser prioridade governador, depois passou a ser prioridade os candidatos que esses governadores escolhessem, e Bolsonaro ficou para as calendas”, pontuou em vídeo publicado pelo deputado, antes de minimizar a situação.

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