O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (Podemos), afirmou que não pretende retirar o nome de Raquel Cattani da sala da Procuradoria da Mulher da ALMT, após o deputado Gilberto Cattani (PL) relatar que Valdir Barranco (PT) vilipendiou a memória de sua filha.
“Eu confesso que eu não gostaria e não quero assinar esse projeto, não quero fazer avançar esse projeto, eu tenho certeza que os deputados vão votar contra, porque o nome da sua filha honra a procuradoria da mulher, ela foi vítima de feminicídio, ela representa aquilo que tem que ser a luta da nossa procuradoria do enfrentamento à violência contra a mulher”, declarou Russi a Cattani nesta quarta-feira (6).
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Russi convidou os pais da jovem, o deputado Gilberto Cattani e a agricultora Sandra Cattani, para uma conversa em busca de entendimento e consenso sobre o tema. Segundo o parlamentar, a intenção é preservar a homenagem a jovem, vítima de feminicídio em 2024, como símbolo da luta contra o feminicídio e da defesa das mulheres em Mato Grosso.
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