Mais cedo, a agência iraniana Tasnim informou que explosões teriam sido ouvidas em Dubai. Pouco depois, o Ministério do Interior dos Emirados Árabes afirmou que o alerta preventivo enviado por celular havia sido encerrado e que "a situação está segura". Até o momento, não há confirmação oficial sobre explosões ou ataques.
Nas redes sociais, circularam relatos não verificados de que ao menos uma embarcação teria sido atingida nas proximidades do Estreito de Ormuz após supostamente desrespeitar determinações da Marinha da Guarda Revolucionária (IRGC) sobre as rotas de navegação. Nem o governo iraniano nem a IRGC se pronunciaram sobre essas alegações até a publicação do texto.
Em publicação no X, Baghaei criticou os países do Conselho de Cooperação do Golfo, afirmando que recorrer ao "maior violador da segurança" para garantir a estabilidade regional representa "uma ironia amarga". O porta-voz também acusou vizinhos do sul do Golfo de terem violado o princípio da boa vizinhança ao permitirem que seus territórios fossem utilizados em ataques contra o Irã.
Segundo Baghaei, "a segurança e a dignidade nacional do país não são negociáveis nem podem ser condicionadas", acrescentando que o direito à legítima defesa e os instrumentos para exercê-lo "não podem ser objeto de compromisso ou concessão".
Também nesta sexta-feira, o chanceler dos Emirados Árabes Unidos, Abdullah bin Zayed Al Nahyan, conversou por telefone com o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi. Abu Dhabi informou que defendeu o cumprimento integral do memorando de entendimento firmado entre Washington e Teerã, o respeito à soberania dos Estados e a preservação da liberdade de navegação, incluindo o fluxo ininterrupto de embarcações pelo Estreito de Ormuz.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







