"A alegação de 'compromisso duradouro dos Estados Unidos com a segurança dos Estados-membros do Golfo' não passa de retórica e distorção da realidade. Espera-se que os países da região, cujos territórios e instalações foram utilizados pelos agressores americano-sionistas para atacar o Irã durante a recente guerra imposta, reconsiderem suas posições", escreveu a pasta em declaração publicada nesta sexta-feira, 26.
Na nota, o Irã reiterou "a obrigação explícita" dos Estados-membros do Golfo de impedir qualquer uso, por terceiros, de seus territórios e instalações para planejar, organizar, apoiar e executar ações ilegais, incluindo agressão militar contra o território iraniano.
O ministério também sugeriu que, em vez de se alinharem aos Estados Unidos em ameaças ao programa nuclear pacífico do Irã, os países do Golfo se unam a Teerã no que chamou de "a concretização da iniciativa para uma região do Oriente Médio livre de armas nucleares".
"A paz e a segurança sustentáveis na região só podem ser alcançadas por meio da construção da confiança e da cooperação mútua entre os países da região, e longe das intervenções destrutivas dos EUA. A ameaça às capacidades de defesa do Irã é veementemente condenada", acrescentou.
Sobre o Estreito de Ormuz, o Irã afirmou que a navegação na importante rota marítima "será regida pelos termos do memorando de fim de guerra com Omã".
(Com Agência Estado)
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