De acordo com a IRGC, a medida representa uma continuidade das "repetidas violações do cessar-fogo" por parte de Israel.
O episódio ocorre em meio à fragilidade do cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah, apoiado pelo Irã, e às negociações entre Washington e Teerã para consolidar um acordo mais amplo após o conflito entre os dois países.
A situação no Líbano tem sido um dos principais pontos de tensão durante as negociações.
O Irã condicionou qualquer entendimento à inclusão de um cessar-fogo no Líbano, enquanto sucessivos ataques israelenses a Beirute chegaram a ameaçar o avanço das conversas.
De acordo com a Associated Press, mediadores do Catar convenceram Teerã a não retaliar após um bombardeio israelense em 14 de junho, evitando o colapso das negociações que culminaram na assinatura de um memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irã.
As conversas para um acordo nuclear definitivo foram retomadas na Suíça, mas chegaram a ser adiadas por dois dias em razão da continuidade da violência no território libanês.
(Com Agência Estado)
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