Questionado sobre o efeito da guerra no preço de seus produtos ou serviços, o grupo se dividiu: 50,4% afirmaram que não houve mudança e 43,0% disseram ter visto aumento.
Os números se referem à pesquisa Firmus do segundo trimestre de 2026, publicada nesta sexta-feira, 26, pelo Banco Central. A coleta de dados ocorreu em maio, entre os dias 11 e 29. Nesta rodada, 349 empresas participaram da pesquisa.
A Firmus tem como objetivo captar a percepção de empresas não financeiras em relação à situação de seus negócios e às variáveis econômicas que influenciam suas decisões.
As companhias também foram questionadas sobre os impactos esperados da reforma tributária em 2027, primeiro ano de transição.
O aumento dos custos de compliance foi indicado por 59,9% dos participantes e o da carga tributária, por 53,6%. Metade das empresas (50,1%) disse esperar aumento do preço de produtos e serviços vendidos e da necessidade de capital de giro, enquanto 51% afirmaram que aguardam aumento dos custos de insumos e serviços adquiridos.
Sobre o aproveitamento dos créditos tributários, 38,1% indicaram esperar aumento; 25,2% não esperam mudança; 19,5% preveem redução; e 17,2% disseram ser cedo para avaliar.
(Com Agência Estado)
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