Para virar a maioria, os democratas precisavam ganhar ao menos 14 assentos e ainda podem ampliar a vantagem à medida que a contagem avança. Os republicanos, contudo, mantiveram o Senado estadual. Ainda assim, as vitórias democratas para o governo estadual e para a Câmara reduziram a margem de manobra do Partido Republicano no Texas.
De acordo com Mark Jones, professor de ciência política da Universidade Rice, em Houston, a redistribuição de distritos feita pelos republicanos pode ter mobilizado eleitores democratas em determinadas regiões, contribuindo para o avanço no Legislativo estadual. Mas, para ele, o fator central foi outro. "Quando tentamos pensar por que os democratas venceram, a resposta é um homem na Casa Branca e suas políticas: Donald Trump", afirmou.
Os democratas passaram a ter controle total, com as duas câmaras do Legislativo e o governo estadual, em pelo menos cinco estados onde antes dividiam o poder. Além disso, o partido quebrou ou impediu supermaiorias republicanas em nove casas legislativas de oito estados: Flórida, Carolina do Sul, Indiana, Missouri, Iowa, Ohio, Kansas e Carolina do Norte.
Com isso, os republicanos precisarão de votos democratas para derrubar eventuais vetos de governadores democratas em Iowa, Ohio e Carolina do Norte.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).
(Com Agência Estado)
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