Em entrevista à CNN, Costa disse que está "cruzando os dedos" por progresso nas conversas entre Líbano e Israel em Washington, ao mesmo tempo em que condenou o governo israelense por desrespeitar o direito internacional em seus ataques ao país vizinho.
Sobre o Estreito de Ormuz, ele pontuou que um bloqueio "nunca é a resposta". "Um bloqueio não se resolve com outro bloqueio", enfatizou Costa, acrescentando que a conferência desta semana liderada por França e Reino Unido - uma coalizão de países dispostos a tomar medidas defensivas no Estreito de Ormuz - é o caminho mais viável a seguir.
"No mundo ideal, teríamos esse mandato do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), mas não é impossível agir em um quadro diferente", comentou sobre o veto recente da Rússia e da China de um desbloqueio de Ormuz.
(Com Agência Estado)
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