Terça-feira, 14 de Abril de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Mundo Terça-feira, 14 de Abril de 2026, 08:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 14 de Abril de 2026, 08h:30 - A | A

França e Reino Unido vão discutir missão para proteger navegação em Ormuz na sexta-feira, 17

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O presidente da França, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, vão copresidir na sexta-feira, 17, em Paris, uma conferência com países que não participam do conflito no Oriente Médio para discutir uma missão no Estreito de Ormuz, "quando as condições de segurança permitirem".

Segundo o gabinete francês, parceiros europeus e de outras regiões estão dispostos a contribuir para uma "missão puramente defensiva destinada a restaurar a liberdade de navegação". Parte dos participantes deve acompanhar as discussões por videoconferência. De acordo com a Reuters, as reuniões também devem tratar de possíveis medidas econômicas contra o Irã caso o Estreito de Ormuz permaneça fechado.

França e Reino Unido vêm trabalhando nas últimas semanas para estruturar uma operação de escolta a navios-tanque e porta-contêineres, em meio à escalada de tensões no Oriente Médio.

Em publicação no X, Macron afirmou que conversou na segunda (13) com o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, e com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele fiz ter defendido a retomada das negociações interrompidas em Islamabad, o "esclarecimento de mal-entendidos" e a prevenção de nova escalada. O presidente francês também disse ser essencial que o cessar-fogo seja respeitado por todos e inclua o Líbano, além da reabertura "incondicional" do Estreito de Ormuz, sem controles ou pedágios, o mais rápido possível.

Na conversa com Macron, Pezeshkian afirmou que "exigências excessivas" e falta de vontade política dos EUA travaram um acordo. Segundo ele, Teerã segue disposto a negociar dentro das normas internacionais, deseja maior atuação europeia e continua priorizando a diplomacia, mas está preparado para qualquer cenário e para garantir a segurança da navegação em Ormuz.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros