De acordo com a publicação, essas fornecedoras de motores "encontraram uma maneira inteligente de contornar as exigências obrigatórias de redução de potência que precisam ser seguidas quando os carros consomem a energia da bateria nas retas".
O site informa que, "em vez de operar com uma taxa de redução gradual na aceleração até a linha de cronometragem no final de uma volta de qualificação - onde a potência normalmente precisa ser reduzida em 50 kW a cada segundo para evitar uma queda repentina - eles puderam operar com potência máxima pelo maior tempo possível".
Embora o ganho possa render apenas alguns centésimos de segundo de vantagem, isso pode fazer a diferença diante das margens apertadas entre os pilotos nas tomadas de classificação.
Diante deste cenário, a Ferrari entrou no circuito e teria pedido esclarecimentos à FIA sobre o assunto. A equipe entende que, embora a tática seja legal, existem "ressalvas quanto à sua aprovação devido aos evidentes riscos de segurança decorrentes de sua utilização".
A informação do portal britânico é que a entidade reprimiu essa prática e, a partir das próximas corridas, a Red Bull e a Mercedes deverão perder essa vantagem mínima.
Os documentos que teriam sido enviados às equipes dão conta de que a entidade não vai mais tolerar que essa prática seja utilizada para ganhar vantagem.
A Fórmula 1 está passando por uma pausa forçada em função do cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita por causa da guerra no Oriente Médio. A próxima etapa está programada para o dia 3 de maio e vai ser realizada em Miami.
(Com Agência Estado)
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