O funcionamento do Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM) passará por alterações devido ao início da greve dos técnicos-administrativos iniciada nesta segunda-feira (13). Embora o hospital seja considerado uma área essencial, o movimento sindical confirmou que a unidade operará em regime de escala reduzida.
Conforme as diretrizes de greve estabelecidas pelo Sindicato dos Trabalhadores Técnicos Administrativos em Educação da UFMT (SINTUF-MT), o HUJM deve manter 30% dos atendimentos para garantir que os serviços indispensáveis à população não sejam totalmente interrompidos. Deve-se destacar que a assessoria da UFMT informou que o número de trabalhadores técnicos da unidade não representa parcela que afete a capacidade de atendimento do hospital, portanto, os serviços continuarão em normalidade.
O HUJM funcionará em regime de escala, então os servidores que aderirem ao movimento devem se revezar para cumprir a cota mínima de funcionamento. Assim, o impacto deve ser sentido principalmente em áreas de apoio administrativo. O Comando Local de Greve já foi instalado e será o responsável por analisar pedidos de unidades que solicitem atendimento para atividades consideradas urgentes.
O motivo central da greve é o descumprimento do acordo de 2024 pelo Governo Federal. Os servidores denunciam que pontos como a regulamentação de plantões, fundamental para o ambiente hospitalar, foram abandonados unilateralmente pelo governo, mantendo disparidades e sobrecarga de trabalho nas instituições.
ENTENDA A GREVE
Trabalhadores da Universidade Federal de Mato Grosso e da Universidade Federal de Rondonópolis deflagraram greve por tempo indeterminado nesta segunda-feira (13). A decisão integra um movimento nacional da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação das Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) motivado pela quebra de cláusulas do Termo de Acordo 11/202 por parte do Governo Federal.
A paralisação compromete áreas estratégicas da vida acadêmica e administrativa, como secretarias, emissão de diplomas e certificados, tramitação de processos, apoio a laboratórios e preparação de aulas. O movimento busca forçar o governo a retomar o diálogo institucional e cumprir integralmente o Termo de Acordo 11/2024, garantindo a recomposição de direitos e a valorização real da carreira Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE).
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