"Eu acho que o presidente Trump faz um jogo eminentemente na tentativa de agradar o povo americano para tentar passar a ideia do país potente, do país preponderante, do país onipotente, daquele povo superior", declarou.
O presidente continuou: "Obviamente que nós somos admiradores dos Estados Unidos, um país que cresceu, se desenvolveu, maior economia do mundo, maior país bélico do mundo, maior tecnologia, tudo isso a gente admira. A capacidade de trabalho pelo povo americano... Mas isso não é pelo autoritarismo do presidente".
Na sequência, Lula criticou as ameaças feitas pelo governo dos Estados Unidos nas últimas semanas. "O Trump não precisava ficar ameaçando o mundo. Eu disse para o Trump, olha, a gente tem que escolher se a gente quer temido ou a gente quer ser amado. Esse é o papel do líder", afirmou.
O presidente brasileiro, então, mencionou a guerra contra o Irã. "Essas ameaças do Trump não fazem bem para a democracia. Essa guerra do Irã é inconsequente. Agora, a gasolina nos Estados Unidos está 35% mais cara. O Brasil é um dos países em que o combustível está mais baixo no mundo neste momento", declarou.
(Com Agência Estado)
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