A informação foi confirmada pela família, por meio do advogado Rodrigo Duarte da Silva, que não divulgou detalhes sobre velório e enterro.
Segundo as investigações, Souza teria participado da coação contra o porteiro do prédio onde os jovens moravam, em ação que teria sido realizada junto a outros dois adultos ligados aos adolescentes.
Orelha morreu em janeiro, na Praia Brava. Inicialmente, a investigação apontou a hipótese de agressões por um grupo de jovens, com base em laudos que indicavam possível trauma na cabeça.
Posteriormente, o relatório final atribuiu os maus-tratos a um único menor de idade, e a polícia chegou a pedir internação.
O caso, no entanto, foi reavaliado pelo Ministério Público de Santa Catarina, que solicitou novos esclarecimentos e a exumação do corpo do animal.
O novo laudo não encontrou fraturas causadas por ação humana nem confirmou traumas, e concluiu que não é possível determinar a causa da morte. Ainda assim, a hipótese de agressão não foi totalmente descartada.
Na última semana o Ministério Público pediu novas diligências para aprofundar a investigação.
(Com Agência Estado)
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