O ex-secretário estadual de Fazenda Eder de Moraes Dias usou um cheque de R$ 100 mil, fruto de fraude, para pagar filmagens de jogos do Mixto Futebol Clube à empresa Gilney Silva Espírito Santo ME, quando ocupava o cargo de membro da diretoria do time.
No rastreio dos valores foi constatado que sete envolvidos receberam quantias que variaram entre R$ 50 mil e R$ 5 milhões, desviados da Secretaria de Fazenda, por meio de esquema que falsificava documentos. O ex-secretário teria recebido R$ 200 mil, valor investido no Mixto e a outra metade em cheque para pagamento de despesas de viagem particular à Today Tour Viagens e Turismo que procedeu a devolução de R$ 40 mil em espécie a Eder.
Ao todo foram desviados R$ 12 milhões. Valor oriundo de um processo fraudulento de desvio de dinheiro público da Secretária de Estado de Fazenda (Sefaz) por meio de contratos falsificados da empresa Bandeirantes Construções e Terraplanagem Ltda.
O grupo de denunciados retirou os contratos originais de três processos licitatórios da Sefaz e substitui por documentos falsificados e registrados em cartório, requerendo o recebimento de valores a pretexto de um restabelecimento do equilíbrio econômico financeiro. Dessa forma, receberam dinheiro que não tinham direito.
Eder e mais sete pessoas são réus da denúncia ofertada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE) por intermédio dos Promotores de Justiça integrantes do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco), entre eles o ex-prefeito de Rondonópolis e ex-deputado estadual Percival Muniz e o ex-secretário adjunto de Gestão da Sefaz Emanuel Gomes Bezerra Júnior.
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