"Se eles me tirarem antes da eleição, eu vou colocar no meu lugar ou o Paulo Martins ou a minha esposa. São duas possibilidades. Ou o Paulo Martins, que é alguém que eu gosto, bom, ponta firme, fantástico, ou a minha esposa, ela não quer. Eu acho que eu não vou conseguir convencer ela, mas seria uma possibilidade simplesmente para dizer: O sistema não vai vencer, o sistema não vai vencer e a gente vai estar lá representado", afirmou.
Ele disse, no entanto, "partir do pressuposto que confia que a Justiça Eleitoral vai validar sua candidatura".
Fernanda é advogada, empresária e embaixadora do movimento Mulheres pelo Novo Paraná, ligado ao partido. Nas eleições municipais, ela foi cogitada para cotada a prefeitura ou vice-prefeitura de Curitiba ou, então, para uma cadeira de vereadora na Câmara Municipal, mas acabou não concorrendo a nenhum cargo.
Dallagnol teve o mandato de deputado federal cassado em 2023 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com base na Lei da Ficha Limpa, por ter pedido exoneração do Ministério Público Federal (MPF) enquanto respondia a 15 procedimentos administrativos. Ele não foi expressamente declarado inelegível pela Justiça Eleitoral, mas sua situação pode ser questionada por adversários.
Eleito deputado federal em 2022, Dallagnol teve a candidatura cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em maio de 2023. A Corte Eleitoral interpretou que ele pediu exoneração do cargo que ocupava no Ministério Público Federal (MPF) com antecedência, para evitar que procedimentos administrativos abertos contra ele avançassem no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e burlar, assim, as regras de inelegibilidade.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







