Douglas Aparecido Ferreira, de 36 anos, acusado de estuprar e matar a jovem Clara Vitória da Silva, de 23 anos, passou por audiência de custódia nesta quinta-feira (14) e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva pela Justiça em Tangará da Serra (253 km de Cuiabá). Ele confessou ter cometido os crimes na noite da última segunda-feira.
O corpo de Clara Vitória foi encontrado dentro da própria residência na terça-feira (12). O caso mobilizou equipes da Polícia Militar, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), sendo tratado inicialmente como homicídio.
A PM foi acionada após denúncias sobre a presença de um corpo no imóvel. Ao chegarem no endereço, os policiais encontraram a vítima já sem vida e com sinais brutais de violência. Durante as investigações, a perícia realizou levantamentos no local e coletou evidências que ajudaram na elucidação do caso.
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Douglas Aparecido Ferreira, que era vizinho da vítima, tornou-se o principal suspeito ainda nas primeiras horas de investigação. Durante interrogatório, ele confessou o crime e relatou que tinha um interesse amoroso obsessivo por Clara Vitória.
De acordo com o depoimento, a vítima era casada e costumava permanecer sozinha em casa enquanto o marido trabalhava na zona rural. O suspeito afirmou que o sentimento não correspondido teria motivado o assassinato.
Com a morte de Clara Vitória, Mato Grosso registra mais um caso de feminicídio em 2026. Ao todo, já são 18 casos contabilizados no estado somente neste ano.
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