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Polícia Sexta-feira, 15 de Maio de 2026, 08:32 - A | A

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Sexta-feira, 15 de Maio de 2026, 08h:32 - A | A

EXECUÇÕES, 'SALVES' E TORTURA

Operação prende "juízes" do tribunal da morte do CV; veja vídeo

Foram cumpridos seis mandados de prisão temporária, seis mandados de busca e apreensão e seis quebras de sigilo

DA REDAÇÃO

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta sexta-feira (15), a Operação Atrium II, para cumprir 18 ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa instalada no município de Matupá (682 km de Cuiabá).

Foram cumpridos seis mandados de prisão temporária, seis mandados de busca e apreensão e seis mandados de quebra de sigilo.

As ordens judiciais foram decretadas pelo Poder Judiciário — Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, após parecer favorável do Ministério Público. Os alvos estão envolvidos nos crimes de ameaça, sequestro, tortura, homicídio e integrar organização criminosa armada.

Os investigados realizavam julgamentos no chamado “Tribunal do Crime” contra membros de facções rivais e até mesmo integrantes da própria facção, que descumprissem ordens das lideranças.

A investigação da Delegacia de Matupá identificou os membros do grupo criminoso que atuavam no município, bem como vítimas e locais utilizados para a prática dos crimes.

INVESTIGAÇÃO

As diligências tiveram início em abril de 2026 e foram conduzidas pela equipe do Núcleo de Investigação de Homicídios da Delegacia de Matupá. O objetivo foi apurar a atuação de uma facção criminosa voltada para o tráfico de drogas, associação para o tráfico, prática de sequestro, tortura e homicídios no município.

Ao longo das investigações, foram reunidas provas robustas que demonstram a existência do grupo com organização hierarquizada e divisão de tarefas bem definida, atuando de forma coordenada na prática criminosa.

Para o delegado Emerson Marques, responsável pela investigação, a operação representa um importante avanço no combate às facções criminosas na região.

“A operação desmantelou o grupo criminoso e avançou no enfrentamento às facções criminosas, uma vez que os indivíduos ocupavam o papel de executores e responsáveis pela aplicação de punições e castigos físicos, conhecidos como 'salves', além de atuarem em homicídios e ocultação de cadáver", destacou.

APOIO

O trabalho operacional contou com a participação de 30 policiais civis das Delegacias de Polícia de Matupá,  Regional e Municipal de Guarantã do Norte, Peixoto de Azevedo, Marcelândia, e com o emprego de nove viaturas.

RENOCRIM

A operação integra o planejamento estratégico da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas), que visa traçar estratégias de inteligência para o combate duradouro às organizações criminosas. 

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