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Polícia Quinta-feira, 14 de Maio de 2026, 21:00 - A | A

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NOVA VERSÃO

Delegado diz que Valdevino estava com arma na cintura e não atirou contra policiais

Bruno Abreu afirmou ao HNT que testemunhas relataram que o servidor não efetuou disparos durante a intervenção da PM no bairro Goiabeiras

GABRIEL BARBOSA
Da Redação

O delegado Bruno Abreu, responsável pela investigação da morte do agente de pátio escolar Valdevino Almeida Fidélis, de 65 anos, afirmou ao HNT que testemunhas relataram que o servidor não atirou contra policiais militares durante a ocorrência registrada no bairro Goiabeiras, em Cuiabá.

A declaração contraria a versão inicial apresentada pela Polícia Militar, que apontava que Valdevino teria efetuado disparos contra a equipe do Raio antes de ser baleado.

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“Não”, respondeu o delegado ao ser questionado pela reportagem se o servidor teria atirado contra os policiais.

Segundo Bruno Abreu, duas testemunhas relataram que a arma de Valdevino permanecia na cintura no momento da intervenção policial.

“Segundo duas testemunhas, sua arma estava em sua cintura”, afirmou.

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O delegado também confirmou detalhes das lesões identificadas no corpo do servidor. Conforme a investigação, Valdevino foi atingido por seis disparos, sendo três no peito, um na coxa, um nas costas e outro de raspão na parte de trás da cabeça.

“Três no peito, um na coxa, um nas costas e outro de raspão atrás da cabeça”, detalhou.

A DHPP ainda aguarda os depoimentos formais dos policiais militares envolvidos na ocorrência. Segundo Bruno Abreu, todos já foram intimados.

A investigação busca esclarecer a dinâmica da ação registrada na noite de segunda-feira (11), quando equipes da PM foram acionadas após denúncias de que Valdevino mantinha a enteada dentro da residência.

O caso ganhou repercussão após familiares contestarem a versão inicial da ocorrência e apontarem possível excesso por parte dos militares. Laudos preliminares também identificaram perfurações nas costas do servidor.

Questionado se a situação poderia configurar uma execução, o delegado afirmou que ainda é cedo para conclusões definitivas.

“Legítima defesa não é um cálculo aritmético, precisa de muita análise”, declarou.

A investigação segue em andamento na DHPP.

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