Segundo o Ineep, o cenário segue pressionando as cotações e alimentando preocupações com segurança energética e impactos nas economias nacionais. Mas, apesar do ambiente externo, os efeitos sobre os preços domésticos no Brasil têm sido relativamente mais contidos do que nos Estados Unidos, na União Europeia e na média global.
A publicação atribui essa diferença a particularidades da formação de preços e do abastecimento no País, influenciadas por pacotes de medidas do governo e pela atuação da Petrobras.
Nos dados de abril, o Ineep aponta que o petróleo permaneceu em nível elevado, com média mensal próxima de US$ 118 por barril, acima do registrado no primeiro mês de conflitos. No Brasil, os repasses afetaram mais o diesel, por seu peso na logística e pela dependência de importações, mas houve desaceleração no ritmo de alta dos combustíveis, com exceção do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), que teve repasse mais defasado.
Depois de subir 16,2% em março, o diesel avançou 5,1% em abril; a gasolina aumentou 2,3%, ante 4,6% no mês anterior; o GLP teve alta de 3,2%, enquanto o etanol ficou estável.
(Com Agência Estado)
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