Quinta-feira, 14 de Maio de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Economia Quinta-feira, 14 de Maio de 2026, 18:00 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quinta-feira, 14 de Maio de 2026, 18h:00 - A | A

Nubank registrou lucro líquido de US$ 871 milhões no primeiro trimestre de 2026

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O Nubank registrou lucro líquido de US$ 871 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 41% em relação ao mesmo período do ano passado, desconsiderando os efeitos do câmbio, expansão puxada pelo avanço do crédito e das receitas.

O retorno sobre o patrimônio (ROE, na sigla em inglês) foi de 29%, ante 27% um ano antes e 33% no trimestre imediatamente anterior, se mantendo entre os maiores do setor financeiro.

O fundador e CEO do Nubank, David Vélez, destaca em comentário no balanço que a receita superou os US$ 5 bilhões pela primeira vez na história da fintech. Ele destaca que a inteligência artificial têm sido um "fator relevante para a expansão significativa da carteira de crédito nos últimos doze meses, permitindo crescer limites com resiliência, e não apenas com velocidade".

A receita financeira líquida de juros (NII, na sigla em inglês) atingiu um recorde de US$ 3,25 bilhões no primeiro trimestre, alta de 12% na comparação trimestral. Já a margem líquida de juros cresceu para 21,1%, refletindo o crescimento da carteira de crédito em ritmo superior ao dos passivos, segundo o balanço.

A carteira de crédito total teve crescimento anual de 40% e de 7% no trimestre, para US$ 37,2 bilhões, com cartões de crédito respondendo por US$ 24,3 bilhões, crédito sem garantia aproximadamente em US$ 10 bilhões e com garantia em US$ 3 bilhões.

Na qualidade da carteira de crédito, a inadimplência acima de 90 dias foi de 6,5%, em comparação a 6,4% no primeiro trimestre de 2025 e a 6,6% no quarto período do ano passado. A inadimplência mais curta, abaixo de 90 dias, fechou em 5%, em comparação a 4,1% no quarto trimestre e 4,8% há um ano.

As provisões para perdas de crédito fecharam em US$ 1,79 bilhão, alta de 33% no trimestre, impulsionadas por três dinâmicas: sazonalidade, crescimento da carteira e mix de produtos, e não tem relação com piora da qualidade da carteira, ressalta o diretor financeiro, Guilherme Lago. "Não posso garantir que o ciclo de crédito não vá piorar, ninguém poderia, o que posso garantir é que temos monitoramento muito próximo de todos os indicadores de inadimplência."

A base de clientes alcançou 135,2 milhões ao fim de março, crescimento anual de 14%. No Brasil, o banco digital atingiu 115 milhões de clientes. No México, superou 15 milhões e na Colômbia se aproxima de 5 milhões, de acordo com o balanço.

Ainda nos indicadores, o NIM Ajustado ao Risco ficou em 9,5%, queda de 100 pontos-base em relação ao quarto trimestre de 2025. A taxa de eficiência atingiu 17,6%, de 21,4% há um ano.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão. 

 

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros