A apuração indica que mais de 3.500 contas podem ter sido atingidas, com prejuízo inicial calculado em mais de R$ 5 milhões. Em diversos casos analisados, as vítimas relataram não ter autorizado os descontos.
Em nota, a Polícia Civil informou que as investigações apontaram que as associações firmavam contratos para autorização de débitos automáticos sem comprovação adequada da manifestação de vontade dos beneficiários. Em muitos casos, as vítimas relataram que não autorizaram os descontos.
Na operação, foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária, três mandados de prisão preventiva e dez mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em Minas Gerais. Entre os alvos estão sedes de associações investigadas por suposta participação no esquema.
De acordo com a Polícia Civil, a investigação apura ainda a eventual participação de pessoas ligadas à operacionalização dos descontos e à manutenção do modelo de arrecadação investigado.
(Com Agência Estado)
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