Watt reiterou que a produção nacional, somada à previsão de importações, atende à demanda atual. "Não há, portanto, qualquer risco de desabastecimento."
Quanto à eventual redução do preço do barril do tipo Brent nos derivados e no mercado de combustíveis, disse que observa-se uma tendência gradual de estabilização à medida que novas importações são realizadas. "É uma coisa paulatina, mas já começamos a observar à medida que vão acontecer as importações", disse a jornalistas durante o evento Energy Summit, no Rio de Janeiro.
Sobre o retorno ao cenário anterior ao conflito geopolítico, Watt disse que os níveis de preços registrados naquele período ainda estão distante, mas afirmou que os pagamentos da subvenção vêm sendo feitos, sem comentar se a subvenção será estendida.
O Ministério da Fazendo tem sinalizado que a tendência é de término dos subsídios aos combustíveis.
A subvenção ao diesel passou por várias etapas, cabendo à ANP a apuração dos valores devidos e os pagamentos aos produtores e importadores habilitados.
(Com Agência Estado)
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