A decisão de mudar a perspectiva para estável reflete, segundo a agência, a avaliação de que a exposição de Israel ao risco geopolítico diminuiu materialmente de níveis muito altos, arrefecendo assim o risco de um enfraquecimento adicional do perfil de crédito soberano.
"Embora os ambientes geopolítico e de segurança de Israel permaneçam frágeis, os sinais de resiliência da economia aos conflitos dos últimos dois anos e as evidências de um impacto grande, mas também controlado, nas finanças do governo indicam que os riscos de crédito agora estão equilibrados", acrescenta.
Já a afirmação do rating em Baa1 reflete tanto a avaliação do impacto negativo das classificações dos conflitos passados no médio prazo quanto as forças de crédito israelenses.
"As forças de crédito e a resiliência de Israel são evidenciadas pela relativa robustez do crescimento do PIB e pelo investimento contínuo no setor de tecnologia", pontua a agência, acrescentando que a também reflete o forte acesso ao mercado do governo, sustentado por uma base de investidores profunda que continuará a desempenhar um papel importante na mitigação dos riscos fiscais.
(Com Agência Estado)
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