Segundo a pesquisa, a mediana para a inflação percebida dos 12 meses anteriores subiu na comparação com novembro e, para o próximo ano, as projeções ficaram estáveis, mas as expectativas para três e cinco anos à frente avançaram.
O levantamento também indica piora nas projeções de renda e mercado de trabalho, com os entrevistados esperando taxa de desemprego mais alta em 12 meses, apesar de avaliarem que a atividade econômica deve encolher menos do que se previa.
Já no bolso do consumidor, o comportamento é misto: enquanto a mediana de crescimento previsto para as despesas familiares em um ano não mudou, a expectativa para a valorização dos imóveis acelerou, acompanhada por projeções maiores para as taxas de hipoteca.
(Com Agência Estado)
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