O número seria mais próximo de 0,17%, quando consideradas as exceções criadas pelo Congresso e a Justiça, ele disse. "Já considerados os precatórios, ou seja, o tratamento do calote que o ex-presidente Jair Bolsonaro deu, vamos fechar o ano em 0,48% de déficit", afirmou. O pagamento dessas dividas não foi computado para fins de apuração da meta em 2025.
Ele disse que a contabilização dos precatórios dá segurança de que o resultado não é maquiado. Segundo Haddad, o déficit atingido em 2025 foi de 60% a 70% menor do que o rombo que havia sido deixado pelo governo anterior para 2023, o primeiro ano do atual governo Lula.
O ministro acrescentou que há um trabalho para melhorar a situação fiscal do País. "A cada ano a gente aumenta a nossa exigência (de primário) na LDO. Então, do meu ponto de vista, eu penso que nós temos uma trajetória de melhoria dos resultados primários a cada ano", disse.
(Com Agência Estado)
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