Para 2026, o Banco Mundial projeta que o crescimento da região permaneça estável em 2,4%, ante projeção de 2,5% no relatório anterior, sustentado por demanda doméstica sólida, que deve compensar os efeitos negativos de um ambiente externo mais fraco. Em 2027, a expansão é esperada em 2,7%, inalterada em relação a estimativa anterior, impulsionada principalmente pela aceleração da atividade na Turquia e pela recuperação gradual das exportações.
Indicadores de alta frequência apontam atividade moderada no segundo semestre do ano passado, diz o Banco Mundial, com índices de gerentes de compras da indústria em território contracionista em economias como Rússia, Turquia e Polônia, enquanto o setor de serviços mostrou resiliência. O documento destaca ainda que o comércio foi afetado por incerteza elevada sobre políticas comerciais e pelo crescimento contido da zona do euro, limitando exportações, especialmente na Europa Central e nos Bálcãs Ocidentais.
Apesar da melhora esperada, o relatório ressalta que o crescimento segue limitado por "gargalos estruturais" e pelo envelhecimento populacional, além de riscos relevantes. Entre eles estão "uma escalada das tensões comerciais", inflação mais persistente e o prolongamento da guerra na Ucrânia. Por outro lado, o Banco Mundial aponta que um eventual arrefecimento do conflito e ganhos de produtividade associados à inteligência artificial (IA) podem apoiar o crescimento acima do cenário base.
(Com Agência Estado)
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