Segundo o relatório, a economia chinesa mostrou-se mais robusta do que o previsto, principalmente em razão do estímulo fiscal e do aumento das exportações para mercados fora dos Estados Unidos.
"O crescimento da China deve desacelerar ao longo de todo o horizonte de projeção, pois os efeitos do estímulo fiscal contínuo e de outras medidas de apoio às políticas públicas são superados pela confiança fraca em meio a uma desaceleração estrutural da economia", alerta o Banco Mundial.
O relatório justifica o aumento das projeções para a economia chinesa em relação aos dados de junho devido a novo estímulo fiscal do governo de Pequim, à resiliência contínua das exportações e à melhora do sentimento dos investidores, em razão de uma política comercial relativamente mais estável e de alívio parcial nas tarifas.
Para 2027, o Banco Mundial projeta que o crescimento diminua ainda mais, para 4,2%, à medida que desafios estruturais, como a queda do crescimento da produtividade, os altos níveis de endividamento e fatores demográficos adversos, continuem a pesar sobre o crescimento potencial.
(Com Agência Estado)
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