Apenas para os EUA, as exportações recuaram 21%, ou 3 bilhões de euros, por conta da introdução de tarifas alfandegárias e condições cambiais adversas. Os volumes caíram abaixo do limite de 30 milhões de caixas (-9%), refletindo o armazenamento preventivo no final de 2024 e a incerteza econômica que afeta o comportamento do consumidor.
Os embarques diretos para a China, por sua vez, registraram 767 milhões em exportações, o que é uma redução de 20%, por conta da economia sob pressão. As informações mencionam que as taxas antidumping "penalizaram severamente" as exportações de conhaque, armanhaque e outras bebidas francesas à base de vinho.
"Em 2025, nossas exportações diminuíram tanto em volume quanto em valor. No entanto, vinhos e destilados continuam sendo o terceiro maior superávit comercial da França", observou o presidente da FEVS, Gabriel Picard. "Tensões geopolíticas, disputas comerciais, flutuações cambiais, bem como a queda na confiança do consumidor, afetaram nossas exportações", acrescentou.
(Com Agência Estado)
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