A estimativa intermediária para o déficit primário do setor público em 2026 passou de 0,56% para 0,55% do PIB. Quatro semanas atrás, era de 0,60%. O alvo deste ano é de um superávit primário de 0,25% do PIB nas contas do governo central, também com tolerância de 0,25 ponto.
As projeções de fiscal do Focus costumam indicar déficits maiores do que a meta do governo por duas razões. Elas se referem ao setor público consolidado (governo central, Estados, municípios e empresas estatais, exceto Petrobras e Eletrobras), enquanto o alvo vale apenas para o governo central. Além disso, vários gastos não são contabilizados na meta fiscal, como o pagamento de precatórios.
Nominal
A estimativa intermediária para o déficit nominal de 2025 passou de 8,43% para 8,48% do PIB. Um mês antes, era de 8,40%. A mediana para o rombo nominal de 2026 passou de 8,61% para 8,66% do PIB. Quatro semanas atrás, era de 8,68%.
O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. O resultado nominal reflete o saldo após o gasto com juros e outras despesas financeiras.
A mediana para a dívida líquida do setor público (DLSP) como proporção do PIB em 2025 permaneceu em 65,97%. A estimativa intermediária para 2026 passou de 70,25% para 70,23%. Quatro semanas atrás, estavam em 65,95% e 70,27%, respectivamente.
(Com Agência Estado)
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