O resultado de dezembro veio acima da mediana das estimativas da pesquisa Projeções Broadcast, de alta de 0,22%. As projeções, todas positivas, iam de 0,21% a 0,30%.
Houve acréscimo em cinco dos oito grupos que compõem o IPC-S na passagem da terceira para a quarta quadrissemana: Alimentação (-0,04% para 0,13%), Transportes (0,22% para 0,38%), Vestuário (-0,21% para 0,27%), Saúde e Cuidados Pessoais (-0,07% para 0,07%) e Despesas Diversas (0,07% para 0,08%).
Em contrapartida, perderam força os grupos de Habitação (0,42% para 0,20%) e Educação, Leitura e Recreação (1,57% para 1,17%), enquanto houve repetição da taxa de variação em Comunicação, de alta de 0,02%.
Influências
As maiores influências individuais que puxaram o índice para cima na passagem da terceira para a quarta quadrissemana de novembro partiram de passagem aérea (11,15% para 8,18%), plano e seguro de saúde (0,44% para 0,44%), refeições em bares e restaurantes (0,62% para 0,59%), aluguel residencial (0,52% para 0,48%) e tarifa de táxi (5,86% para 7,99%).
Na outra ponta, puxaram o índice para baixo perfume (-5,33% para -3,82%), leite tipo longa vida (-5,60% para -4,80%), tarifa de eletricidade residencial (1,90% para -0,40%), seguro facultativo para veículo (-1,13% para -1,82%) e tomate (-12,92% para -5,77%).
(Com Agência Estado)
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