"A reação inicial do mercado aos eventos extraordinários de sábado na Venezuela foi de uma busca por qualidade", disse o banco ING em um relatório. "Dada a incerteza sobre como os próximos dias vão se desenrolar, os investidores provavelmente vão preferir a liquidez do dólar", acrescentou.
Na sexta-feira, 2, o dólar à vista encerrou a sessão em baixa de 1,16%, a R$ 5,4256 - menor valor de fechamento desde 15 de dezembro. Hoje, por volta das 9h20, tinha alta de 0,15%, a R$ 5,4335.
A indefinição no exterior deve deixar em segundo plano os indicadores econômicos domésticos divulgados pela manhã. O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou dezembro com alta de 0,28%, após avanço de 0,28% em novembro, conforme a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o IPC-S encerrou o ano com alta de 4%.
A mediana do relatório Focus para o dólar ao fim de 2026 permaneceu em R$ 5,50 pela 12ª semana consecutiva. A projeção para a moeda no fim de 2027 continuou em R$ 5,50 pela 10ª leitura seguida. Para o fim de 2028, se manteve em R$ 5,52. Um mês antes, era de R$ 5,50.
Às 12h, será divulgado o índice do Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) sobre a atividade industrial dos Estados Unidos em dezembro.
(Com Agência Estado)
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