"Não há embargo. Isso não é um embargo. Isso faz parte, basicamente, de acordos que são totalmente compatíveis", declarou Síkela.
Ele argumentou que o bloco busca assegurar que os produtores de carne brasileira não utilizem substâncias microbiológicas para o aumento da produtividade, por exemplo.
A Comissão Europeia oficializou a retirada do Brasil da lista de fornecedores de produtos de origem animal a partir de 3 de setembro.
O bloco alega que o Brasil não forneceu as garantias adicionais de cumprimento do regulamento do uso de antimicrobianos na produção animal.
O vice-presidente, Geraldo Alckmin, já disse que o governo brasileiro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva farão um "grande empenho para equacionar o problema" da carne brasileira com a União Europeia.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







