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Cidades Quinta-feira, 22 de Setembro de 2016, 18:35 - A | A

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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2016, 18h:35 - A | A

PARALISAÇÃO NACIONAL

Trabalhadores participam de ato contra ações de Temer e ameaçam greve geral

JESSICA BACHEGA

Centenas de manifestantes participaram da paralisação nacional dos trabalhadores, nesta quinta-feira (22), em Cuiabá. A mobilização se concentrou na Praça Ipiranga. Com nariz de palhaço, tambores, faixas e cartazes com frases de protestos e os dizeres “Fora Temer”,  os trabalhadores caminharam pelo centro da cidade numa demonstração de indignação com as propostas que vêm sendo anunciadas para os trabalhadores no governo do presidente Michel Temer (PMDB).

 

Alan Cosme/HiperNoticias

manifestação praça ipiranga

 Mobilização em Cuiabá

Dentre as prioridades presentes na pauta de reivindicações estão a PLP 257 (que limita o plano de carreira dos servidores públicos), a PEC 241 ( que aborda o congelamento do piso do magistério), PL 4.567 (que desvincula os royalties do petróleo para a educação), e a reforma da previdência – acaba com a aposentadoria especial.

 

No local, João Dourado, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), anunciou que estão sendo conduzidas ações para uma greve geral, caso não haja a suspensão dos projetos que tramitam em Brasília.

 

“Hoje é o dia nacional da paralisação contra as reformas que estão previstas e outras dentro do congresso nacional neste governo. Entre elas a reforma da previdência, a reforma trabalhista que quer retirar direitos dos trabalhadores. Tem a PEC 241 que quer congelar o orçamento público por mais de 20 anos e isso implica na educação, na segurança na saúde, contra a PEC 257 que na negociação das dívidas com os Estado os proibiu de fazer concurso. Somos também contra a terceirização em todas as atividades públicas”, disse o presidente.

 

Servidores de diversas categorias participaram no ato, que foi classificado por João Dourado como um “esquenta” para a greve geral que está por vir caso não haja recuo nas propostas  governistas, criticadas pelos trabalhadores. “Já estamos articulando uma greve geral para paralisar este país. Os bancos estão parados, hoje a educação parou, as universidades, tanto federal quanto a estadual, paralisaram. Temos alguns servidores públicos que também pararam e outros que já realizaram assembleias e movimentações que caminham para a parada geral”, frisou o representante da CUT.

 

Um novo ato já está programado para o próximo dia 29 e contará com todas as categorias do Fórum Sindical marcando o “Dia do Calote”, que lembra a data em que foi aprovado, na Assembleia Legislativa (AL), o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores do Executivo em três parcelas, nos meses de setembro de 2016, janeiro e abril de 2017.

 

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REGINALDO 22/09/2016

engraçado que agora querem protestar por direitos sociais e qdo esses sanguessugas estavam mamando com dinheiro público com descupa pra fazer social..mentira estavam eram sugando e tendo mamatas, agora acabou e terá q trabalhar querem fazer manifestação....são um bando de otários cade qdo o governo dos partidos de esquerda, se q e de esquerda...estavam qdo esses estavam roubando dinheiro público...sem moral

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