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SEM RESOLUÇÃO

Reitoria da UFMT se reúne com corregedor da PF após ameaças e caso da lista redpill

Universidade afirma que segue prestando acolhimento aos estudantes e colaborando com as investigações

DA REDAÇÃO

A Reitoria da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) realizou, na tarde desta sexta-feira (22), uma reunião com o corregedor da Superintendência Regional da Polícia Federal em Mato Grosso, delegado Cláudio Trapp, para discutir as medidas de segurança adotadas pela instituição após a repercussão do caso da chamada “lista de estupráveis”.

O encontro ocorreu na Sala dos Órgãos Colegiados, no Campus Cuiabá, e contou com a participação de integrantes da gestão da universidade e representantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE).

Segundo a UFMT, a reunião teve como objetivo esclarecer dúvidas da comunidade acadêmica sobre os encaminhamentos institucionais, as medidas cautelares adotadas pela universidade e as ações conduzidas pelas autoridades responsáveis pelas investigações.

LEIA MAIS: PF abre procedimento disciplinar contra agente investigado por ameaçar estudantes da UFMT

Em nota, a universidade afirmou que continua acompanhando os desdobramentos do caso e prestando apoio aos estudantes envolvidos.

“A Universidade reforça que segue acompanhando o caso, prestando acolhimento institucional aos estudantes e colaborando integralmente com as investigações”, informou a instituição.

O encontro ocorre após a Polícia Federal confirmar a abertura de procedimento disciplinar para apurar a conduta do agente Adriano Soares de Lima, investigado por ameaçar estudantes da UFMT.

Paralelamente, a Polícia Civil de Mato Grosso também conduz investigações sobre o caso por meio da 3ª Delegacia de Polícia de Cuiabá e da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM).

RELEMBRE O CASO

O caso ganhou repercussão após estudantes denunciarem a existência de conversas atribuídas a alunos da UFMT envolvendo misoginia e violência sexual contra universitárias.

As denúncias apontam que estudantes planejavam criar uma suposta “lista das mais estupráveis” dentro da instituição. Prints divulgados nas redes sociais mostram mensagens com expressões como “molestar”, “torar” e referências a violência sexual contra colegas.

Após a repercussão, a UFMT suspendeu preventivamente estudantes investigados dos cursos de Direito e Engenharia Civil, instaurou procedimentos disciplinares internos e passou a adotar aulas remotas em turmas afetadas.

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) também abriu procedimento para acompanhar o caso e solicitou documentos e provas à universidade, ao Diretório Central dos Estudantes (DCE) e ao Centro Acadêmico de Direito VIII de Abril (CADI).

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