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Cidades Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2026, 15:33 - A | A

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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2026, 15h:33 - A | A

CASOS DE SEPARAÇÃO

HNT TV: "Processo judicial na área familiarista é extremamente doloroso", diz especialista

Educadora parental Carolina Amorim costuma ser contratada por advogados para dar suporte emocional aos clientes durante as brigas judiciais

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

A educadora parental Carolina Amorim já atuou em diversos processos de separação. Ela disse ao HNT TV Entrevista que as ações são "extremamente dolorosas" às famílias, especialmente, quando envolvem disputas judiciais e conflitos prolongados. Segundo Carolina, o desgaste emocional costuma ser intenso e impacta não apenas o casal, mas também os filhos, afetando toda a dinâmica familiar. 

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Com experiência na área jurídica, ela explica que esse conhecimento hoje complementa o trabalho que desenvolve na mentoria. Apesar de não atuar como advogada nos processos, Carolina afirma que compreende as exigências legais e consegue preparar emocionalmente o cliente para enfrentar cada etapa.

"A minha experiência jurídica complementa o que entrego na mentoria. Eu recebo casos com reflexos jurídicos e consigo compreender", detalhou a especialista. 

De acordo com a educadora, é comum que advogados a procurem quando percebem que o cliente não está conseguindo lidar emocionalmente com as demandas do processo, como a realização de exames ou o cumprimento de determinações judiciais. Nesse contexto, o trabalho dela é oferecer suporte para que a pessoa consiga sustentar o trâmite legal sem se desestabilizar ainda mais.

Durante a entrevista, foi citado um cenário recorrente: casais de classe média que, ao se separarem, precisam dividir bens, reorganizar o padrão de vida e enfrentar disputas relacionadas à guarda dos filhos. Para Carolina, além das questões financeiras, há uma ruptura emocional que precisa ser elaborada para evitar que o conflito se agrave no Judiciário.

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Ela reforça que não há concorrência com advogados, já que sua atuação é exclusivamente no campo da mentoria e do suporte emocional. “Juridicamente, não sou eu que atuo”, esclareceu. O objetivo, segundo Carolina, é ajudar o cliente a atravessar o processo com mais equilíbrio, reduzindo danos e buscando soluções mais conscientes para todas as partes envolvidas.

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