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'TERRA DO NUNCA'

HNT TV: Especialista aponta infantilização entre adultos da geração Z e millennials

A educadora parental Carolina Amorim destacou a dificuldade em assumir responsabilidades como uma das fragilidades da faixa etária, principalmente, quando o assunto é a criação de filhos

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

ASSISTA AO EPISÓDIO #194 DO HNT TV ENTREVISTA COM CAROLINA AMORIM

A educadora parental Carolina Amorim falou ao HNT TV Entrevista que observa como a fragilidade mais recorrente entre adultos das gerações Z e millennials é a dificuldade em assumir responsabilidades. A especialista ressaltou que o fenômeno, chamado por ela de "infantilização dos adultos", movimento inverso a "adultização infantil", é identificado, principalmente, quando o assunto envolve a criação dos filhos.

Para mim, o que está acontecendo é uma infantilização dos adultos

Fazendo um paralelo com a literaluta, é como se os jovens vivessem na eterna 'Terra do Nunca', ilha fictícia onde mora Peter Pan, na fantasia escrita por J.M. Barrie.

"A gente tem hoje se fala adutização infantil. E para mim, na verdade, o que está acontecendo é uma infantilização dos adultos. Assumir responsabilidades é tarefa do adulto. Não é porque é gostoso e legal", disparou Carolina Amorim ao podcast.

A especialista explicou que maturidade emocional está diretamente ligada à disciplina, à autodeterminação e à capacidade de autogoverno — características que, na visão dela, não dependem de vontade ou conveniência. No entanto, entre os clientes nascidos 1981 e 1996, os millennials, e 1995 e 2010, parte da geração Z, não há essa habilidade para fazer o que precisa ser feito de forma espontânea, é um exercício que, às vezes, é necessário ser provocado.

Daniel Souza/HNT TV

Carolina Amorim

A educadora parental Carolina Amorim no podcast HNT TV Entrevista.

 

Não é quando eu quero ou quando eu não quero

"Não é quando eu quero ou quando eu não quero. Quem faz quando eu quer ou quando não quer é o imaturo, é aquele que acredita que é melhor estar como uma criança está na vida", detallhou.

Essa provocação que leva até o caminho da maturidade emocional é feito por Carolina. A educadora parental analisa o cenário ao qual os clientes estão inseridos e faz um diagnóstico. E, diferente de um psicológo, ela executa a mentoria de forma prática indicando de forma direta, sem rodeios, levando a uma solução rápida. Por isso, a educadora orienta que o acompanhemento seja complementado, em alguns casos, com a consulta de um psicólogo, já que o processo possa ser mais doloroso para uma parcela.

"É aquele que acredita que é melhor estar como uma criança está na vida. A criança tem direito, ela está aqui para ser suprida. O adulto imaturo, ele busca soluções como criança busca", ressaltou Carolina.

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