Em sua argumentação, Dino afirmou defender que "todas as situações duvidosas, erradas ou tipificadas em lei como crime devem ser apuradas". Ele disse ainda se sentir incomodado que "hoje haja tantas acusações de uso de precatórios fraudulentos, expedição de precatórios fraudulentos, compra e venda de decisões" no Judiciário.
Apesar disso, o ministro destacou que a apuração de irregularidades deve observar o princípio da isonomia: "Se a gente não adotar uma resposta isonômica, vai me parecer que ele (Moraes) não está aqui pelos seus eventuais erros, que devem ser apurados. Que ele está aqui... não por esse tribunal, claro, pelas pessoas que estão fora daqui, havendo uma espécie de acerto de contas".
Dino afirmou ainda que a reação contrária a Moraes seria uma resposta a desafetos do ministro e mencionou o empresário Elon Musk, dono da rede social X e da SpaceX; o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump; os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco; ou os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









