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Política Terça-feira, 15 de Setembro de 2026, 09:41 - A | A

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Terça-feira, 15 de Setembro de 2026, 09h:41 - A | A

FIDELIDADE PARTIDÁRIA

Wellington reage à debandada de aliados: "quem é leal acompanha"

Candidato ao Governo destacou decisões de convenção, defendeu a história no partido e relembrou proximidade com Jair Bolsonaro para unificar a legenda

BIANCA MORTELARO
Da redação

Daniel Souza/HNT TV

O senador Wellington Fagundes (PL) no podcast HNT TV Entrevista.

O senador Wellington Fagundes (PL) no podcast HNT TV Entrevista.

O candidato ao Governo Wellington Fagundes (PL) recorreu ao discurso de lealdade e fidelidade partidária para conter as resistências internas motivadas pela oficialização da aliança entre o PL e o MDB para as eleições de 2026. A cobrança por alinhamento também ocorre após prefeitos e aliados da sua própria legenda declararem apoio à reeleição de seu adversário político, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

Questionado sobre a postura do deputado federal e candidato ao Senado, José Medeiros (PL), além das manifestações de prefeitos do PL que anunciaram apoio a outros nomes, o candidato evitou o confronto direto com os correligionários, mas fez questão de deixar um recado sobre o cumprimento das decisões coletivas.

“Um partido político faz uma convenção, a maioria decidiu. Quem é leal, quem é fiel, tem que acompanhar”, afirmou o senador, durante entrevista concedida à Rádio Cultura FM, nesta segunda-feira (14).

Apesar da defesa da fidelidade partidária, Wellington destacou que não pretende cercear a liberdade individual dos integrantes do partido, reafirmando que: “cada um na democracia tem direito de fazer o que quiser”.

A declaração surge em um momento de divisão no PL de Mato Grosso, provocado pelos descontentamentos decorrentes da coligação com os emedebistas. Como forma de reforçar sua legitimidade para cobrar disciplina partidária, Wellington relembrou a sua trajetória de cerca de 40 anos de filiação ao PL, ressaltando sua atuação na construção da legenda e na articulação para a filiação do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Eu trabalhei muito, eu fui deputado com o Bolsonaro 24 anos. Tenho uma relação de amizade muito grande com o Bolsonaro. Eu, junto com o Valdemar, trabalhei muito para o Bolsonaro vir para o PL” disse o parlamentar em entrevista à imprensa durante ato de campanha no centro de Cuiabá.

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