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Artigos Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2016, 16:50 - A | A

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Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2016, 16h:50 - A | A

Recordar é viver

Chegou 2016. E então, como foi o tão sonhado ano?

JOÃO EDISOM

                                                                

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João Edisom

 

Final de ano é comum estarmos mais afoitos as boas coisas, desejando feliz tudo. Mas para realmente melhorarmos temos que refletir sobre o passado e sobre o presente, pois estes são indicativos de futuros melhores, definindo o porquê devemos dar continuidade ou o porquê devemos rever atitudes. Como aponta Platão “Buscar e aprender, na realidade, não são mais do que recordar”. Mas o mundo parece que está ficando muito difícil.

 

Voltando a dezembro de 2015, portanto no ano passado, os governos estaduais e federal completavam o primeiro ano de mandato, na esfera estadual os Estados estavam parados, apresentando suas primeiras dificuldades financeiras, pouca coisa tinha sido encaminhada. Em Mato Grosso, 2015 terminava com pessoas, até então importantes, do meio político na cadeia, o VLT parado e denúncias para tudo quanto é lado. Mas havia uma esperança que com a experiência do primeiro ano (2015) os governadores, inclusive o de Mato Grosso, iriam desempenhar melhor papel em 2016.

 

Na esfera federal o final de 2015 se apresentava com a Operação Lava Jato diluindo o poder político e acelerando a destruição da já combalida economia brasileira. A Câmara dos Deputados, capitaneada pelo então presidente Eduardo Cunha (hoje preso), acatando o pedido de impeachment da então presidente Dilma Rousseff, o senador Delcidio do Amaral preso e o ano fecha sobre o debate da formação da Comissão de análise do pedido de impeachment.

 

Na esfera privada a maioria das pessoas físicas e jurídicas davam graças que terminava o ano de 2015, na esperança que 2016 pudesse estancar a crise econômica do setor. Muita gente importante envolvida em corrupção e sendo presa. Isso trava a economia, mas para muitos, ver um diretor da Odebrecht na cadeia parecia que era a esperança de ver o Brasil sem as falcatruas habituais. Era a cara de um Brasil assustado com a inflação e o desemprego. Assim, 2016 poderia ser a salvação. Então que venha o natal e o novo ano. Só que já estamos em dezembro de 2016 e não foi como sonhamos, aliás em muitos setores piorou.

 

Dentre as coisas esperadas em 2016 ainda tinha a cidade do Rio de Janeiro que se preparava para sediar as Olimpíadas, que é a maior festa esportiva do planeta. Finalmente poderíamos nos libertar da malfadada Copa do Mundo de futebol de 2014. Realmente a Olimpíada foi bonita, mas aconteceu já em meio a uma enorme crise dos governos estaduais. Aliás, só foi possível realizar as Olimpíadas graças ao socorro polpudo dado pelo governo federal na última hora.

 

Chegou 2016. E então, como foi o tão sonhado ano? Primeiro semestre o país estava parado esperando o tramite do impeachment, Operação Lava Jato e suas delações premiadas a todo vapor, coxinhas e petralhas se digladiando em redes sociais, gente nas ruas disputando quem colocava mais gente para gritar, panelas sendo amassadas cada vez que um político falava, povo e empresários pagando o pato, o próprio pato passeando na Paulista, operações policiais e prisões.

 

Delcídio falando, Lula depondo, delações atrás de delações, Olimpíadas acontecendo, Dilma Rousseff afastada e depois impitimada, entra Temer, o povo teme, ou treme, Marcelo Odebrecht falando, Temer sem coragem de falar, ministros caindo mais que jabuticaba madura, mais ex-governadores presos.

 

Governos estaduais ora querendo mais dinheiro do governo federal ora brigando com servidor, RGA e aposentadorias na berlinda, reformas paradas, medidas provisórias na calada da noite, estados e municípios sem condições de custear suas folhas, atraso salarial, greves do funcionalismo a vista, mais denúncia de corrupção, mais governadores na cadeia, eleições municipais acontecendo.

 

No resto do mundo EI em pé de guerra, todos com medo de atentados, França em desespero, Comunidade Europeia dividida, Grécia falida, Inglaterra fora da União Europeia, Venezuela em colapso, Mercosul fragmentado, eleições nos Estados Unidos, Donald Tramp eleito, direita avançando a galope no mundo, intolerância política, religiosa, refugiados invadindo a Europa.

 

Bem, e eu? Eu aqui olhando a violência doméstica, no trânsito, os assaltos cada dia mais frequentes, assassinatos a granel, Aleppo destroçada, embaixador russo morto na Turquia, atentado na Alemanha, avião caindo por falta de combustível e o povo votando em um pouco mais do mesmo para depois culpa-los.

 

E é neste contexto que peço para 2016 terminar logo para que o próximo ano seja melhor? Vamos falar de 2017 no próximo texto. Até lá, boa reflexão sobre os últimos anos. Um feliz Natal junto aos seus, saúde, paz e prosperidade.

 

*JOÃO EDISOM é Analista Político, Professor Universitário em Mato Grosso e colaborador do HiperNotícias.

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias www.hnt.com.br

 

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Carlos Nunes 21/12/2016

Superstição? Não sei, mas gosto de saber as coisas mais espiritualizadas, talvez querendo enxergar mais longe. Alguns centros espiritualistas revelaram que...JESUS, o governador da Terra, tinha dado pró Brasil 50 anos para endireitar as coisas; e esse prazo termina agora em 2019 - exatamente quando Cuiabá completa 300 da fundação. Então, esse período 2017 até 2019, será um período de final dum ciclo, de cobranças, como se fizesse uma prova final; a coisa vai apertar ainda mais. O que não endireitou pelo Amor, vai endireitar pela Dor, pois os planos de DEUS são maiores do que os planos dos homens. O livro espiritualista OS MORTOS FALAM - Capítulo 9 - Missão da Política Brasileira, revela que 3 exércitos espirituais já estão atuando no país, para fazer uma limpeza. O inusitado é que eles dizem que, um dos exércitos é composto de políticos corruptos "desencarnados", que estavam presos num presídio noutra dimensão, chamado de "Vale dos Corruptos", pois tem corrupto do mundo inteiro. Esses arrependeram amargamente, e resolveram baixar para ajudar a limpar o Brasil. Essas duas informações (os 50 anos, e os 3 exércitos) revelam que, essa batalha entre o Bem e o mal, não é apenas material, mas sim espiritual.

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