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Artigos Quinta-feira, 08 de Janeiro de 2026, 09:01 - A | A

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Quinta-feira, 08 de Janeiro de 2026, 09h:01 - A | A

ALAN PORTO

Educação que avança, futuro que se constrói (2)

ALAN PORTO

Há notícias que nos enchem de orgulho não apenas pelos números que apresentam, mas, sobretudo, pelas histórias humanas que carregam por trás de cada indicador. O recente resultado do Ranking de Competitividade dos Estados (2025), elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), é uma dessas que merecem ser celebradas com responsabilidade, gratidão e compromisso renovado nesse início de 2026.

Segundo o CLP, Mato Grosso foi o estado que mais avançou no pilar Educação Básica, saltando da 16ª para a 8ª colocação no ranking nacional. Um ganho expressivo de oito posições em relação a 2023, que não acontece por acaso.

Ele é fruto de planejamento, de decisões firmes e, acima de tudo, do trabalho diário de milhares de pessoas que acreditam que a escola pública é o maior instrumento de transformação social que existe.

O dado que mais me emociona é o avanço de 19 posições na Taxa de Frequência Líquida do Ensino Médio. Isso significa algo muito concreto: mais jovens estão permanecendo na escola, na idade correta, projetando um futuro com mais oportunidades.

O ensino médio sempre foi um dos maiores desafios da educação brasileira, e ver Mato Grosso avançar de forma tão consistente nesse ponto mostra que estamos no caminho certo.

Também evoluímos na frequência do Ensino Fundamental (+13 posições), no IDEB (+2) e no ENEM (+1). São indicadores que refletem não apenas acesso, mas qualidade do ensino. Eles mostram que estamos conseguindo unir duas frentes essenciais: colocar o aluno dentro da escola e garantir que ele aprenda.

Nada disso seria possível sem o apoio incondicional dos servidores da educação, especialmente dos professores. São eles que transformam políticas públicas em realidade dentro da sala de aula. São eles que acolhem, ensinam, motivam e não desistem dos nossos estudantes, mesmo diante das adversidades.

Esse avanço reforça que a meta estabelecida no Plano EducAção 10 Anos — estar entre as cinco melhores educações públicas do país até 2032 — não é um discurso, mas um projeto em execução. Ainda assim, faço questão de dizer que não vamos nos acomodar. Sabemos que há muito a fazer e muitos desafios pela frente.

O próprio ranking deixa isso claro ao avaliar não apenas resultados finais, mas também o acesso ao ensino e a qualidade das políticas educacionais, considerando indicadores como IDEB, ENEM e IOEB - Índice de Oportunidades da Educação Brasileira.

O governador Mauro Mendes e o vice-governador Otaviano Pivetta sempre reforçam esse entendimento. Educação não avança apenas com mais recursos financeiros, mas com pessoas comprometidas e gestão responsável. Gestores escolares, coordenadores pedagógicos, educadores, técnicos, famílias e a sociedade como um todo compreenderam que todos fazem parte da solução.

Um diferencial importante destacado pelo ranking é a existência de programas próprios de avaliação da educação básica. Mato Grosso pontua melhor justamente por manter avaliações frequentes, que nos permitem diagnosticar falhas, corrigir rumos e aprimorar estratégias. Avaliar não é punir; é cuidar do processo de aprendizagem.

Em 2026, seguiremos trabalhando focados numa educação pública com seriedade, transparência e coragem para tomar decisões.

Sabemos que cada posição conquistada no ranking representa algo muito maior: a história de vida de um estudante que permaneceu na escola durante todo o ciclo, um servidor valorizado, uma família esperançosa e um futuro mais justo sendo construído em Mato Grosso para esta e futuras gerações.

Temos uma educação pública que avança, um futuro que se constrói a muitas mãos!

(*) ALAN PORTO é secretário de Estado de Educação de Mato Grosso.

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do site de notícias www.hnt.com.br

 

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