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Política Terça-feira, 19 de Março de 2024, 17:51 - A | A

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Terça-feira, 19 de Março de 2024, 17h:51 - A | A

FOI PRESO EM BRASÍLIA

Vice-presidente do Renascer acompanhou líder comunitário em acampamento do 8 de janeiro

Joselina Ferreira Mesquita, nove meses depois de retornar de Brasília, assumiu o mesmo cargo que José Carlos da Silva ocupava no gabinete do deputado Gilberto Cattani

RAYNNA NICOLAS
Da Redação

A servidora do gabinete do deputado estadual Gilberto Cattani, Joselina Ferreira Mesquita, foi fotografada na companhia do presidente do bairro Jardim Renascer, José Carlos da Silva, em Brasília, na época das manifestações antidemocráticas que culminaram na depredação das sedes dos Três Poderes. Joselina, que é vice-presidente do Jardim Renascer, não está sob investigação do Supremo Tribunal Federal (STF). José Carlos, por sua vez, está preso desde dezembro, suspeito de ter participado das invasões na capital federal. 

LEIA MAIS: Ministro prorroga investigações contra líder comunitário suspeito de participação no 8 de janeiro

Antes de ser reconhecido como um dos extremistas do 8 de janeiro, José Carlos da Silva trabalhava no gabinete de Gilberto Cattani (PL) e, inclusive, cedeu um galpão no bairro Jardim Renascer para o comitê de campanha do parlamentar em 2022. José Carlos foi exonerado do cargo no dia 9 de janeiro. Na época, Cattani justificou que o líder comunitário tinha sido informado sobre a viagem e, por isso, pediu a exoneração. 

Joselina Ferreira Mesquita, nove meses depois de retornar de Brasília, assumiu o mesmo cargo que José Carlos da Silva ocupava no gabinete do deputado, de assessora parlamentar um (AP-1) e está até hoje no cargo. 

As fotos em que ela está com o suposto golpista foram registradas em frente ao Quartel General do Exército (QGEx), em Brasília, onde bolsonaristas de todo o país, insatisfeitos com a vitória presidencial de Luís Inácio Lula da Silva (PT), ficaram meses acampados cobrando pautas antidemocráticas, como a intervenção militar. 

INQUÉRITO CONTINUA 

No fim de fevereiro, o ministro Alexandre de Moraes determinou a continuidade das diligências para apurar a participação de José Carlos da Silva na depredação dos Três Poderes. Embora o líder comunitário alegue que entrou nos prédios públicos para socorrer pessoas idosas atingidas por gás lacrimogêneo, a tese não convenceu o ministro. 

A Polícia Federal deve aportar aos autos relatório final sobre o caso até o fim deste mês, caso Alexandre de Moraes não decida prorrogar novamente o prazo das investigações. Processo tramita sob sigilo.

A reportagem fez contato com a sevidora, porém, não recebeu retorno até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.

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