O presidente do Departamento de Água e Esgoto de Várea Grande (DAE-VG), Rogerinho da Dakar (PSDB), apontou déficit superior de R$ 2 milhões nas contas do órgão. Segundo Rogerinho, o DAE está no 'vermelho' e não consegue suprir o custo da sua operação, estimada em R$ 7 milhões. Mensalmente, o órgão arrecada pouco mais de R$ 5 milhões e o restante é coberto pela prefeita Flávia Moretti (PL).
"Hoje, o DAE arrecada em torno de R$ 5,4 milhões, R$ 5,5 milhões. Mas o custo é de R$ 7,7 milhões. Sempre R$ 2 milhões a menos", detalhou o presidente à TV Vila Real nesta segunda-feira (1º).
Rogerinho, que é vereador e está licenciado do cargo desde que assumiu o DAE, disse que os aportes recorrentes ao DAE já foram sinalizados à Câmara, uma vez que para suplementar o orçamento do órgão, Flávia Moretti depende do aval do Legislativo.
LEIA MAIS: Wanderley trava projetos de Flávia sobre DAE e repasse de R$ 14 mi à Saúde
O embate atual da gestão com os vereadores é a aprovação de medidas alternativas para aumentar a arrecadação. Rogerinho ressaltou a relação delicada de Flávia com o presidente da Câmara, Wanderley Cerqueira (MDB), que trava as pautas direcionadas ao DAE com frequência.
Na última semana, uma das mensagens do Executivo que tratava sobre a receita não foi votada. Flávia protocolou pessoalmente a proposta que autorizaria a renegociação de dívidas dos consumidores
"Levamos todo um estudo à Câmara para fazer a aprovação e enviar esse recurso", falou Rogerinho.
Flávia buscava viabilizar o desconto de 98% sobre multas e juros. O líder do governo, Bruno Rios (PL), formalizou a Wanderley um pedido para a votação da matéria, mas Wanderley ignorou a base.
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.








