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Política Segunda-feira, 13 de Julho de 2026, 13:30 - A | A

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PV e PCdoB recusam assinar nominata apoiando pré-candidatura de Pedro Taques ao Senado

O embarque na "campanha" pelo impeachment da ex-presidente Dilma Roussef em 2016 pesa contra o ex-governador

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O Partido Verde e o PCdoB se recusam a assinar a nominata da Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB) que define a chapa ao Senado. As duas agremiações são favoráveis a pré-candidatura à reeleição do senador Carlos Fávaro (PSD), no entanto, estão contrárias a indicação do ex-governador Pedro Taques (PSB) a segunda vaga.

A defesa de Taques ao processo que implicou no impeachment da ex-presidente Dilma Roussef (PT) em 2016 é um dos argumentos usados pelas lideranças do PV e PCdoB para sustentar a desaprovação.

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Além de não apoiar Taques, o PCdoB mantém a pré-candidatura da presidente do PCdoB, a professora Patrícia Nogueira. A professora formalizou sua intenção de concorrer ao Senado ao lado da ex-vereadora por Cuiabá, Edna Sampaio (PT), que acabou rifada pelo partido quando os petistas apresentaram a chapa com Fávaro e Taques. 

O embate sobre o Senado tensiona a Federação, mas é apenas um dos impasses do grupo que defende o palanque do presidente Lula (PT) em Mato Grosso. Outro ponto delicado no grupo da esquerda é a majoritária ao governo. Foi formado consenso pela pré-candidatura da Dra. Natasha Slhessarenko (PSD), com o apoio de dos três partidos da federação e o embarque do PDT na campanha.

Na mesma semana que o PDT abriu mão da pré-candidatura do geólogo Caiubi Khun (PDT) para endossar a chapa de Natasha, o ex-prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PSD), lançou seu nome à disputa, rivalizando espaço internamente com a médica, configurando um novo impasse na esquerda.

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O presidente do PSD, Carlos Fávaro, condiciona a pré-candidatura de Emaneul ao apoio da Federação. As lideranças de Lula resistem. A presidente do PT em MT, a ex-deputada federal Rosa Neide, reconhece que Emanuel tem legitimidade pleitear à majoritária, mas disse ao HNT que o PT "não discutirá outro nome".

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