Terça-feira, 20 de Outubro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Política Terça-feira, 20 de Outubro de 2026, 15:49 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 20 de Outubro de 2026, 15h:49 - A | A

AGUARDA INVESTIGAÇÃO

Procurador descarta medidas contra vereadores de Cuiabá: "não há nada acerca disso”

Em coletiva nesta terça-feira (20), Eustáquio Neto confirma que trabalhos da Casa seguem normalmente, ressalta que o foco da investigação do Gaeco é Várzea Grande e destaca disposição para colaborar com a Justiça

BIANCA MORTELARO
Da redação

Bianca Mortelaro/HNT

Eustáquio Inácio de Noronha Neto, procurador-geral da Câmara de Cuiabá.

Eustáquio Inácio de Noronha Neto, procurador-geral da Câmara de Cuiabá.

O procurador-geral da Câmara Municipal de Cuiabá, Eustáquio Neto, afirmou nesta terça-feira (20) que o Legislativo da Capital não foi alvo de mandados de busca e apreensão durante a Operação Cathedra Venalis, que investiga suspeitas de corrupção e negociação de votos na eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande. A manifestação ocorre após os vereadores cuiabanos Ilde Taques e Alex Rodrigues, ambos do Podemos, serem alvos de diligências no âmbito da investigação.

Em coletiva de imprensa, Eustáquio afirmou que as atividades administrativas e as sessões legislativas seguem normalmente e que a Câmara de Cuiabá está à disposição das autoridades para colaborar com o esclarecimento dos fatos.

“A Câmara continua com seus trabalhos normalmente, espera o desenrolar das investigações, espera que tudo seja esclarecido e a Câmara, como sempre, permanece à inteira disposição das autoridades policiais, do Ministério Público e também da Justiça”, declarou.

LEIA MAIS: Gaeco mira 15 vereadores e cumpre 30 mandados em operação contra corrupção em MT

Segundo o procurador, a Mesa Diretora de Cuiabá não recebeu notificações formais para o cumprimento de diligências nas dependências da Casa. Ele ressaltou que o foco da investigação é a eleição da Mesa Diretora de Várzea Grande, realizada em maio deste ano e posteriormente anulada por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

“É necessário que se esclareça que o que está sendo investigado atualmente é uma suposta ilegalidade na eleição da Mesa de Várzea Grande. Então, para o momento, certamente isso não interfere em nada na eleição realizada aqui na Câmara Municipal de Cuiabá”, afirmou.

LEIA MAIS: Vereador nega apreensão de dinheiro em buscas do Gaeco: "nada ilegal"; veja vídeo

A Operação Cathedra Venalis foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) para apurar suspeitas de um esquema envolvendo corrupção, compra de votos e distribuição de vantagens indevidas durante as articulações para a eleição do comando do Legislativo várzea-grandense. Ao todo, 15 vereadores são alvos da investigação, sendo 13 de Várzea Grande e dois de Cuiabá.

LEIA MAIS: Alex admite almoço com vereadores de VG, mas nega envolvimento em compra de votos

Questionado sobre possíveis consequências para Ilde Taques e Alex Rodrigues, Eustáquio afirmou que eventuais providências dependerão dos elementos reunidos durante a apuração. Até o momento, segundo ele, não há informações que justifiquem medidas por parte da Câmara da Capital.

“No desenrolar das investigações, se houver informações que impliquem, seja o vereador Ilde ou seja o vereador Alex, aí com certeza as medidas serão tomadas. Mas, para o momento, não há nada acerca disso”, concluiu.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros