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Política Terça-feira, 19 de Março de 2024, 20:35 - A | A

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Terça-feira, 19 de Março de 2024, 20h:35 - A | A

COM APENAS 20% DO MOVIMENTO

Prefeito de Chapada volta a apontar queda na economia, demissões e insegurança de turistas

Segundo Froner, os problemas se devem principalmente ao fechamento da MT-251 em função dos riscos de desabamentos no Portão do Inferno, o tem dificultado a chegada de turistas à cidade

VANESSA ARAUJO
Da Redação

O prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner (MDB), afirmou em entrevista nesta terça-feira (19) que os problemas enfrentados pelas pessoas para chegar ao município, com a dificuldade de passar em trecho da MT-251, têm contribuído para a queda na movimentação da economia local, que já encara os prejuízos e perdas com demissões. A cidade fica a cerca de 62 km de Cuiabá e é considerada o local de veraneio do cuiabano.

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“Chapada tem 4.320 casas de veraneio. As pessoas deixam de subir nos finais de semana por conta dúvida e insegurança. Então, isso desaqueceu toda a nossa economia […] Nos últimos estudos que nós comunicamos à Sinfra, nós estamos com 20% de todo o nosso movimento econômico nesse sentido”, disse Froner em entrevista à Rádio Jovem Pan.

Segundo o chefe do Executivo de Chapada, a cidade já tem sofrido com inúmeras demissões, principalmente daqueles que trabalham com turismo.

“Nós já estamos tendo várias dispensas de serviços bastante simples, como cozinheira, faxineira, jardineiros, e está encolhendo. Então, esse caso é uma preocupação, todos os nossos setores estão comunicando à Sinfra. Todas as entidades estão comunicando esse prejuízo que nós estamos tendo”, informou o prefeito.

Desde dezembro passado, a Secretaria do Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra-MT) restringe a passagem de veículos mais pesados, seja para transporte de carga ou de passageiros, na região do Portão do Inferno, devido ao risco de desmoronamento das encostas, enquanto é feita uma obra de contenção no local.

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O trânsito está liberado no sistema de 'pare e siga' na região apenas para veículos leves, porém, quando chove, o local é fechado e motoristas precisam optar por outras rotas para chegar à cidade ou voltar para Cuiabá.

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