ACOMPANHE O EP #223 DO HNT ENTREVISTA COM DIOGO BOTELHO
O pré-candidato ao Senado Diogo Botelho (PDT) demonstra não se intimidar diante dos principais nomes da disputa pelas duas vagas que estarão em jogo nas eleições de 2026 em Mato Grosso. Entre os adversários de Diogo estão os favoritos nas pesquisas de intenção de voto, como o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) e a deputada estadual Janaina Riva (MDB).
O eleitor quer quer renovação
O pedetista também deverá enfrentar o deputado federal José Medeiros (PL), representante da extrema-direita bolsonarista; o ex-governador Pedro Taques (PSB) e o senador Carlos Fávaro (PSD), nomes ligados a centro-esquerda; além do ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan (Avante), que se identifica com um dos "bolsonaristas raiz" no estado.
Segundo ele, a inexperiência como titular de mandato é sua maior qualidade. Ao ser questionado sobre suas credenciais às eleições 2026, Diogo afirma que o eleitor demanda novos rostos.
"O eleitor quer quer renovação. O que credencia o meu nome como pré-candidato ao Senado da República é a minha trajetória", falou o pré-candidato.
PRIMO DE BOTELHO
Herdeiro do sobrenome Botelho, Diogo não esconde o parentesco com o deputado estadual Eduardo Botelho (MDB). Os dois são primos, mas o deputado não transferiu seu espólio político ao familiar. Ambos estão em campos opostos na política. Diogo é militante do PDT há 20 anos, sendo um discípulo do ex-deputado federal, Leonel Brizola. Enquanto Eduardo Botelho caminhou com a centro-direita e agora está filiado a partido classificado por parte do eleitorado conservador em MT como membro da esquerda.
Essa trajetória me credenciou
Diogo é advogado e professor universitário. Influenciado pelas defesas de Brizola, tem a educação como uma das pautas da campanha. Caso seja eleito senador, Diogo afirma que investirá parte das emendas no segmento.
"Eu sou filho da escola pública, eu servi o exército brasileiro, eu sou filho da universidade pública da Unemat, lá de Cáceres, e tudo que eu conquistei na minha vida foi graças ao Estado, as políticas públicas de resultado. E essa trajetória que me credenciou a ingressar na sala de aula, ter um seleto grupos de clientes, amigos e todos me incentivam a disputar o Senado", disse Diogo Botelho.
PRÉ-CANDIDATOS TENTAM REERGUER PARTIDO
Diogo Botelho é secretário-geral do PDT em MT. Ao lado do pré-candidato ao governo, o geólogo Caiubi Khun está em uma missão para reerguer o partido. A sigla perdeu a epresentatividade nas últimas eleições e corre em ritmo acelerado para reativar as comissões provisórias, movimentando a militância para apoiar os nomes que disputam as proporcionais à Assembleia Legislativa (ALMT) e Câmara dos Deputados, além das majoritárias ao Senado e Palácio Paiaguás.
A presidente estadual do PDT, Miriam Calazans, encabeça as ações do grupo. Miriam é pré-candidata a deputada federal em 2026. Na última eleição, em 2024, disputou como candidata a vice-prefeita de Cuiabá ao lado do empresário Domingos Kennedy (MDB), afilhado político do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (PSD).
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