O senador e pré-candidato ao governo, Wellington Fagundes (PL), afirmou ao HNT TV Entrevista que conversará com todos os interessados em dialogar sobre aliança à majoritária, incluindo, os partidos de esquerda. Porém, a abertura de espaço irrestrito às siglas progressistas é uma exceção a um eventual segundo turno. Na primeira fase da disputa, Wellington ressaltou que o PL em Mato Grosso seguirá o alinhamento conforme a nacional, sentando à mesa para negociar exclusivamente com os partidos da direita.
Eu vou conversar com todos aqueles que queiram conversar com o PL
Para Fagundes, essa flexibilidade é um movimento natural e estratégico do jogo político. É parte do "pragmatismo para ganhar eleição e governar". No entanto, o pré-candidato reforçou que essa decisão sobre quais serão os partidos que estarão dentro desse arco de alianças, caso a chapa conservadora avançe nas eleições de outubro, se dará por meio de uma ampla discussão interna.
"Isso não será apenas a decisão pessoal do Wellington, é uma conversa de partidos. Os partidos é que têm que homologar o entendimento político. Não é uma posição individual. Eu vou conversar com todos aqueles que queiram conversar com o PL", falou Wellington.
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O pré-candidato também deixou claro que não vai escolher adversários entre os nomes já colocados do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos); do colega de Senado, Jayme Campos (União Brasil); e da Dra. Natasha Slhessarenko (PSD), a única associada à esquerda. Fagundes acentuou que não fez inimigos ao longo dos 40 anos como político em Mato Grosso, não tem brigas em seu currículo e que seu foco é se fazer conhecido pelos eleitores.
Não vou eleger adversário
"Não, eu não vou eleger adversário. Eu preciso me apresentar para o cidadão. Eu quero ter o voto daquele que confia no Wellington, que conhece a minha vida, conhece quem foi o Wellington. Porque você tem que saber do passado da pessoa. É o passado da pessoa que garante o futuro e eu estou aqui mostrando quem é o Wellington", disse o senador.
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