Aos poucos os principais pré-candidatos ao governo de Mato Grosso esse ano vão revelando seus posicionamentos eleitorais. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) começou a incluir nos seu vovabulário desde o final do ano passado expressões como "vamos manter e aperfeiçoar" ou "vamos fazer melhor", típico discurso dos candidatos de sucessão, que precisam se equilibrar entre a defesa do legado do atual governo e, ao mesmo tempo, indicar as melhorias daquilo que não está funcionando ou correspondendo.
Já pela oposição o senador Wellington Fagundes (PL) está se esforçando para criar uma retórica social, afirmando que embora reconheça o volume de obras físicas e de infraestrtutura do atual governo, é preciso valorizar o ser humano e investir mais no social. Em entrevista exclusiva ao HNT TV, o Podcast do HiperNotícias, Fagundes demonstrou que seu discurso ainda não deu liga com uma proposta clara de desenvolvimento para o Estado, cuja economia se baseia no agronegócio, e, especialmente, por seu viés bolsonarista, que valoriza mais as pautas ideológicas.
O senador Jayme Campos (UP), que também tenta se viabilizar como candidato de sucessão, tem feito um discurso mais de oposição, condenando, por exemplo, o Parque Novo Mato Grosso, que classifica como obra faraônica e não prioritária.
Por fim, a médica Natasha Slhessarenko (PSD) enfrenta uma questão básica de posicionamento, uma vez que embora esteja no PSD e pretenda o apoio do campo progressista, hesita em assumir a defesa do presidente Lula, o que lhe rendeu uma cobrança pública da ex-deputada federal do PT, Rosa Neide.
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

